26 outubro 2012

Você alimenta o ódio. Eu alimento o amor.
Você grita o ódio. Eu exalo o amor.
Você ri do ódio. Eu choro com o amor.
Você não sabe o que fazer com o ódio. Eu quero te mostrar o que fazer com o amor.
Você diz que o ódio é seguro. Eu me jogo do precipício do amor.
Você se sente protegido com o ódio. Eu te desarmo com amor.
Você pergunta: "Ódio a que?". Eu respondo: "Que não seja ao amor".

Escrito ao som da voz que me acolhe.



2 comentários:

Malu disse...

Tenho sentido falta de amor por parte dos que me rodeiam. Não falta de amor em relação a mim, mas... no geral. Ler isso me dá esperanças. Beijos!!!

Natália Onori disse...

tem gente que tem medo do amor porque não é um território segura, viver no ódio, no medo, no mesmo é mais fácil porque aí já sabem o que esperar! deixa quem tem receio de viver no banco até senti que está na hora de jogar, se rolar de te alcançar bem... se não AMÉM!